O macarrão instantâneo costuma
ser a primeira opção para quem tem preguiça, pouco tempo ou nenhuma prática na
cozinha, pois é uma refeição rápida. Em três minutos, um prato de comida
pronto, sujando apenas uma panela.
De acordo com testes realizados
em 2012, pela Associação Brasileira de Defesa do Consumidor, com dez marcas do
produto, mostrou que a maioria delas possuía mais sódio nos pacotinhos de
tempero do que o necessário para um adulto no dia inteiro. A Organização
Mundial da Saúde recomenda o consumo de, no máximo, 6 gramas de sal por dia
para evitar pressão alta e as doenças que ela causa.
Produtos deste tipo também
exageram do glutamato monossódico, que é utilizado como realçador de sabor.
Segundo alguns especialistas, o uso em excesso do glutamato pode causar
enxaquecas, dores de cabeça, náusea, queimação no peito e sudorese.
Outro problema é o fato de o
macarrão ser assado e depois frito, elevando sua gordura em calorias.
O TBHQ (tertiary
butylhydroquinone) é outro dos ingredientes que encontramos no macarrão
instantâneo. Ele é um subproduto da indústria do petróleo, frequentemente
listado como um “antioxidante”, mas é importante perceber que é um produto
químico sintético e não um antioxidante natural. É um ingrediente comumente
usado em alimentos processados. O consumo de apenas um grama de TBHQ pode
causar: náuseas, vômitos, zumbido nos ouvidos, delírio, sensação de
sufocamento e colapso.






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